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Quem foi que disse que loja-conceito não deve vender produtos ou serviços? E que, quando vende, não dá lucro?
Loja-conceito deve vender, sim. E mais: Precisa ser estruturada para que dê lucro. Até porque, dessa forma, aumenta muito a chance de o negócio ser replicado em outros mercados.
Isso pode ser feito por meio da abertura de novos pontos próprios, seja pela concessão de franquias ou por outra estratégia de expansão e ocupação de mercado.
O fundamental para que a loja-conceito dê resultados é, acima de tudo, que ela seja bem planejada.
Exemplos de lojas-conceito de sucesso
A Chobani (empresa que criou e lidera o mercado de iogurte grego nos EUA), inaugurou uma loja no Soho, em Nova Iorque.
O resultado foi uma imensa fila de clientes para tomar seus iogurtes misturados com ingredientes fresquíssimos, em combinações com mel, amêndoas torradas e figos secos, ou azeite de oliva, sal e muitos outros.
Com movimento enorme, a loja é lucrativa e gera uma experiência única de consumo. Outro benefício é consolidar a imagem de qualidade e frescor da marca.
Outro exemplo é a loja-conceito Casa Bauducco, inaugurada em 2012 e que já rendeu inúmeras lojas pelo Brasil.
Concebida e implementada pela Cherto, a Casa Bauducco foi pensada com a certeza de que gerar uma excelente experiência de marca e resultados financeiros imediatos não devem ser objetivos excludentes. Eles podem, sim, acontecer ao mesmo tempo.
5 razões para investir na criação de uma loja-conceito
O espaço da loja-conceito é livre para que a marca crie, experimente e explore uma experiência diferente. Assim, há mais oportunidades de contato entre a marca e o consumidor.
Quer motivos para apostar nessa estratégia? A gente te dá!
E aí? Mudou de ideia em relação às lojas-conceito?
Que tal investir nesse mercado para melhorar a experiência dos clientes, trazer mais valor à marca e gerar lucro? O resultado pode ser surpreendente!